28/11/2017 - Fespesp
Por Marianna Oliveira

Direitos dos servidores públicos são defendidos por lideranças sindicais

FOTO MARIANNA OLIVEIRA
As lideranças foram barradas na porta do Colégio de Líderes a mando de parlamentares

Nesta terça-feira, 28 de novembro, servidores públicos, entidades representativas e centrais sindicais estiveram na Assembleia Legislativa de São Paulo em mais uma mobilização contra projetos que põem fim na estabilidade do servidor e no funcionamento dos serviços públicos no Estado de São Paulo. 

Além da pressão pela retirada do PL 920 da Alesp, assunto que vêm sendo discutido incansavelmente há semanas, as entidades conversaram sobre a greve nacional marcada para o 5 de dezembro contra a reforma da previdência e pleitearam a contribuição de 2% do Estado para o Instituto de Assistência Médica ao Servidor Público Estadual junto à Comissão Consultiva Mista do Iamspe. 

No encontro da semana passada, as centrais enviaram um ofício para participar do Colégio de Líderes de hoje, entretanto, minutos antes de começar a sessão, as lideranças foram barradas na porta a mando de parlamentares.

Por causa disso, iniciou-se uma reunião em frente a entrada do Colégio. Para o vice-presidente da Pública e presidente da Fespesp, José Gozze, “o que estão fazendo em Brasília e em São Paulo é destruir o serviço público. E nós, servidores públicos, temos a obrigação de denunciar e ir às ruas”, disse Gozze referindo-se às reformas da previdência, trabalhista, paralisação e congelamento dos gastos públicos estaduais. 

Até o dia da paralisação nacional, as lideranças vão fazer novas reuniões para organizar o ato. Segundo o representante da CUT, o transporte público, bem como CPTM, ônibus e aeroportos já aderiram à greve. 




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